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As maiores centrais sindicais do país convocaram uma greve para esta sexta-feira (14) contra a Reforma da Previdência e os cortes na educação, entre outras pautas. Há atos previstos para todas as capitais e algumas cidades do interior.
A paralisação deverá afetar diversos serviços. Segundo a CUT (Central Única dos Trabalhadores), aderiram à paralisação categorias como professores, bancários, profissionais da saúde, transportes e servidores estaduais e federais. Já as principais entidades de caminhoneiros que participaram da greve do setor em 2018 informaram que não estarão no ato.
Veja serviços que poderão ser afetados em todo o país:
Saúde – A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde convocou paralisação para todos os funcionários do setor, desde médicos a equipes de apoio. Ele estão chamados a protestar, mas mantendo 30% do efetivo nas unidades, atendendo a uma exigência legal por se tratar de serviço essencial.
Educação – Sindicatos de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino de  estados e capitais anunciaram que vão parar.
Bancos – A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro aderiu ao protesto, assim como sindicatos estaduais. Isso deverá afetar o funcionamento dos bancos ou mesmo fechar as agências. Questionada sobre possíveis impactos no funcionamento do setor, a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) afirmou que não comentaria o assunto.
Correios –  A empresa informou que, caso ocorra alguma paralisação, a empresa implantará um plano de contingência para garantir a continuidade do atendimento à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, alocação de veículos extras e a realização de mutirões podem ser implementados.
Justiça federal –   Já a Justiça Federal pode ser afetada, já que a Fenajufe, que representa servidores da Justiça Federal, informou que aderiu à greve.
R7

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