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Danilo Almeida
Riacho dos Cavalos - PB
CÂNCER DE MAMA
SAÚDE
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CÂNCER DE MAMA
Postada em 01/10/2017 ás 18h00 - atualizada em 01/10/2017 ás 18h07
Paraíba tem 800 casos de câncer de mama a cada 100 mil habitantes; veja os sintomas
Entre 2010 e 2014, o Inca registrou 1.076 mortes por câncer de mama no estado, sendo 1.062 mulheres e 14 homens, a cada 100 mil habitantes.
Paraíba tem 800 casos de câncer de mama a cada 100 mil habitantes; veja os sintomas

Dados do Instituto Nacional do Câncer mostram que o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e na Paraíba.



Segundo a estimativa do Inca, entre 2016 e 2017 a cada 100 mil paraibanos, 800 contraíram o câncer. A maior parte deste número se volta para João Pessoa, com a perspectiva de 250 casos.



Entre 2010 e 2014, o Inca registrou 1.076 mortes por câncer de mama no estado, sendo 1.062 mulheres e 14 homens, a cada 100 mil habitantes.





Taxas de mortalidade por câncer de MAMA, brutas e ajustadas por idade, pelas populações mundial e brasileira de 2010, por 100.000 homens e mulheres, Paraíba, entre 2010 e 2014.



 





Taxas de mortalidade por câncer de MAMA, brutas e ajustadas por idade, pelas populações mundial e brasileira de 2010, por 100.000 homens e mulheres, João Pessoa – PB, entre 2010 e 2014.



 



Fatores



O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores endócrinos/história reprodutiva, fatores comportamentais/ambientais e fatores genéticos/hereditários.



A idade, assim como em vários outros tipos de câncer, é um dos principais fatores que aumentam o risco de se desenvolver câncer de mama. O acúmulo de exposições ao longo da vida e as próprias alterações biológicas com o envelhecimento aumentam o risco. Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, são mais propensas a desenvolver a doença.



Prevenção 



A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.



Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.



A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.



Sintomas 



O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sinais e sintomas:



– Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher



 – Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.



– Alterações no bico do peito (mamilo).



– Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço.



– Saída de líquido anormal das mamas.



Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.



A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.


FONTE: MAIS PB, com INCA
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